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Mostrando postagens de 2013

QUAL O RETORNO DO INVESTIMENTO SOCIAL?

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Em recente entrevista para a Edição 61 da Revista Filantropia, Marcio Schiavo, diretor-presidente da Comunicarte, teceu uma análise sobre retorno do investimento social. Leia, abaixo, a matéria que saiu este mês na Revista Filantropia:

Assim como laranjas e bananas projetos sociais podem ser comparados?

É possível comparar laranjas com bananas? É claro que sim. Ambas são frutas e satisfazem necessidades ou desejos alimentares, e, ao serem comparadas, não perdem nenhuma de suas características básicas.
É comum ouvirmos que projetos sociais não podem ser comparados entre si: “cada pessoa é uma pessoa e cada vida tem sua própria história”. Não duvidamos disso, mas sabemos que as causas coletivas também têm suas histórias.” No entanto, este não é realmente o problema. Queremos aqui analisar o que pode ser comparado, e assim contribuir para que uma empresa possa decidir, com objetividade, qual é o melhor investimento social para aplicar seu capital.
Vamos começar reconhecendo que laranjas e b…

Do MR8 ao Dia da Comunicação Empresarial

No passado recente, o dia 08 de outubro era comemorado em memória de Ernesto "Che" Guevara, médico argentino, herói da Revolução Cubana que foi capturado e morto na Bolívia em 08 de outubro de 1967.

Hoje, comemora-se também o Dia da Comunicação Empresarial.

Enquanto uns se trumbicam, outros se comunicam... E, assim, a revolução segue.



MARCIO SCHIAVO, Diretor-presidente da COMUNICARTE


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Caso tenha sugestões ou comentários sobre esta matéria, por gentileza, envie para contato@comunicarte.com.br e aguarde nosso retorno. Grata, Equipe Comunicarte :)

Se beber...

O Globo de domingo veio de luto!

Uma faixa preta cobria a metade da primeira página. É um anúncio... de um anúncio.

Lembrei-me das reuniões que decidem que deve ser feita uma nova reunião.

Mas o rodapé do anúncio explica: "se beber, não dirija".

Acrescento: "nem anuncie... o anúncio"!



MARCIO SCHIAVO, Diretor-presidente da COMUNICARTE
09/09/13


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A maré está pra peixe

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Pela primeira vez, a produção em cativeiro de frutos do mar e peixes superou a produção de carne bovina. Em 2012, foram produzidas 66,5 milhões de toneladas de frutos do mar/ peixes, contra 63 milhões de toneladas de carne bovina. Chegará o tempo em que o pescador artesanal estará para o peixe, assim como o caçador está, hoje, para a caça! Vejam detalhes no estudo do Instituto Earth Policy ou leiam o resumo na Revista Amanhã, do O Globo.

Aos Índios, o que é do Índio

Em meados da década de 60, visitei, pela primeira vez, o Museu do Índio. O mesmo reivindicado agora para continuar abrigando a Aldeia Maracanã.

Quando os Cabrais (o Pedro e o Sérgio) aqui chegaram, já encontraram os Índios. A Baía é da Guanabara, quem aqui nasce é carioca. A praia mais famosa é Copacabana. A garota, de Ipanema. O estádio principal é o Maracanã.

O que falta para o Museu do Índio, hoje, aldeia, ser do Índio? Será que o Cabral da vez está sentindo falta de uma aldeia em frente a seu prédio?

MARCIO SCHIAVO, Diretor-presidente da COMUNICARTE


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A ESQUERDA EMBURRECEU OU A BURRICE ESQUERDOU?

A JMA (o sociólogo)

Até as décadas de 60/ 70, a inteligência era um atributo essencial da esquerda. Ter uma formação intelectual sólida, manter-se atualizado com o cenário geopolítico mundial, frequentar polos produtores e disseminadores de cultura, eram obrigação de todos os esquerdistas, socialistas e comunistas. Não se via um bom companheiro, sem um livro na mão e muitas ideias na cabeça.

A utopia de um mundo melhor, possível equânime, construído pelas forças progressistas parecia alcançável, bastando para tanto, conquistar o coração e a mente das massas. E a cada dia, um novo exemplo acenava com a diminuição da distância entre o mundo sonhado e o real.

Não nos demos conta de que, enquanto construíamos alicerces teóricos e propagávamos exceções que enchiam de orgulho as cabeças pensantes, a velha direita e seu progmatismo de resultados, apostava cada ficha na hipótese de que poder é poder, e quem o detém, não abre mão de exercê-lo em causa própria, esquecendo a própria causa pela qual…