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Mostrando postagens de 2018

Existe morte... depois da morte.

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Por Marcio SchiavoA discussão é antiga. Muito antiga. A vida após a morte é um mistério. Para muitos. Não para Luzia, exposta que estava a curiosidade pública e ao olhar apurado da ciência, repousada na eternidade conquistada por ser o mais antigo ancestral da presença humana na américa.



reconstituição do rosto de Luzia evidenciando a sua morfologia não-mongoloide
Luzia tinha 12.000 anos, comprovaram os arqueólogos. E a cada visita, o observador mais atento emprestava-lhe a vida e com ela viajava no tempo, procurando imaginar como tinha sido sua existência. Que sabedorias guardava Luzia, capaz de sobreviver a tantos séculos. Como companhia, Luzia convivia com muitos outros fósseis pré-históricos, de animais e vegetais, seres vivos que testemunharam as muitas mudanças pelas quais nossa morada – a Terra, passou. Geoceno e Antropoceno compartindo um mesmo espaço, ao mesmo tempo, numa comunhão entre a geografia e a história. Também presentes nesta rara comunidade, a coleção de Múmias Egípcias…

COMBUSTÍVEL FÓSSIL: O QUE VAI ESGOTAR PRIMEIRO? AS RESERVAS FÍSICAS OU A RESERVA ÉTICA DE SUA EXPLORAÇÃO?

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Por Marcio Schiavo


Há cerca de 5 anos, em um evento do IBP (Instituto Brasileiro do Petróleo) em Macaé, levantei a questão acima: em relação aos combustíveis fósseis, o que acabaria primeiro? A propalada tese de que, sendo um produto finito, a humanidade teria que aprender a viver sem o petróleo e seus derivados ou o ponto de vista que eu defendi, que a “reserva ética” da exploração, produção e consumo se esgotaria bem antes da extração do produto dos últimos poços de petróleo.

Na ocasião os representantes da EPE (Empresa de Pesquisa Energética) que compunham a mesa de debates, não levaram a sério meu ponto de vista, mostrando-se surpresos com a tal “reserva ética”.

No último domingo (12/08/2018), O Globo trás matéria de uma página, com a chamada de capa, noticiando que as “Petroleiras buscavam fontes de energia renovável”, já que estão, segundo a reportagem, “preocupados com a própria sobrevivência no futuro”. É fácil entender porque.



Alguns países já definiram seus cronogramas para elim…

Eficiência, Eficácia e Efetividade

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Por Marcio Schiavo
Definimos EFICIÊNCIA como fazer mais com menos. Mede-se a EFICÁCIA a partir das transformações ocorridas com aquilo que foi feito. E a EFETIVIDADE é a permanência das transformações ocorridas, cessadas as ações que as originaram.
Tomemos como exemplo dois projetos que tenham por objetivos diminuir a repetência e o abandono escolar no ensino médio em um universo de 1000 alunos.
O projeto A tem um custo total de R$ 100.000,00 e como meta, pretende diminuir a repetência em 20% e o abandono em 25% do número de alunos considerados.
O projeto B tem um custo total de R$ 80.000,00 e estabelece como metas, reduzir a repetência em 25% e o abandono em 30%, considerando o mesmo universo de alunos.
Está claro que o projeto B é mais eficiente que o projeto A. Promete melhores resultados com menor custo. Diminuiu a repetência em 25%e o abandono em 20% em relação ao projeto A. Também apresenta vantagens competitivas, já que o custo benefício do Projeto B (R$ 80,00 por aluno) é melhor qu…

Educação, Entretenimento e Informação: é Fantástico!

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Por Marcio Schiavo


Domingo, 05 de agosto de 2018. Tadeu Schmidt está na tela da TV, anunciando para milhões de brasileiros a edição número 2337 do Fantástico. Na fala de Tadeu Schmidt chamou atenção a seguinte frase: Fantástico: 45 anos trazendo informação e entretenimento. Nas interrelações da educação com o entretenimento, três grandes áreas se destacam: EDUTAINMENT, ENTERTAINMENT-EDUCATION e INFOTAINMENT. No EDUTAINMENT, o entretenimento vai a escola, como recurso pedagógico e metodológico. Aprender se divertindo torna o processo de ensino-aprendizagem mais efetivo e menos enfadonho. Já no ENTERTAINMENT-EDUCATION os papéis se invertem. É a educação que visita o entretenimento, tornando a diversão um importante aliado no processo educacional. Aprende-se enquanto se diverte. Menos comum, mas não menos importante, é o INFOTAINMENT. Matérias de caráter informativos e de conteúdos jornalísticos, ao mesmo tempo que divulgam e analisam os principais fatos e acontecimentos, contribuem para a e…

Aliança Social Estratégica

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Quando diferentes organizações sociais unem suas diferentes expertises para atuar à favor de uma causa comum, caracteriza-se a ALIANÇA SOCIAL ESTRATÉGICA. 
Por exemplo: impactar positivamente o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) de um território.
- Uma organização dedicada aos direitos humanos encarrega-se de tirar a documentação que as pessoas ainda não têm. Certidão de nascimento, carteira de identidade, CPF, carteira de trabalho, são os mais comuns;

- Outra organização atuante na área de saúde cuida de verificar e pôr em dia a vacinação das crianças;

- Assegurar que as crianças e adolescentes estejam matriculadas e frequentando a escola, apresentam rendimento satisfatório e se possível participam de atividades culturais no contra-turno, é tarefa de outra organização;

- Já a formação para o mercado de trabalho e a recolocação dos adultos no mercado é tarefa de outra instituição; e

- Uma outra organização trataria de reivindicar melhorias no saneamento básico da localidade e prom…

As escondidas da Clara e as claras para o Brasil

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Do outro lado do paraíso, ao que parece, bebe-se muito gim. A coluna de Lauro Jardim (O Globo) do último domingo (18/03/18), registra que “Em janeiro e fevereiro, a importação de gim cresceu 429%, ante o mesmo período do ano passado, segundo o Ministério da Indústria e Comércio. Nesses dois meses foram importados 470 mil litros do destilado da moda”
É que na novela O Outro Lado do Paraíso, a personagem Beth, vivida por Glória Pires, promove (consciente ou não) o consumo da bebida. Foi a moda que influenciou a ficção ou foi a ficção que lançou a moda? Respondam como quiserem, mas o fato é que o consumo de gim aumentou mais de 400% nos meses em que na novela o produto foi mais consumido.





Imagem: TV Foco

Transexualidade em foco em A Força do Querer

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Em 2017 a Globo exibiu mais um sucesso da autora de telenovelas Glória Perez, A Força do Querer. Reconhecida por abordar temáticas sociais em suas tramas, como dependência química em O Clone (2001) e o tráfico de mulheres em Salve Jorge (2012), a escritora não fez diferente no folhetim das 21 horas. 
Imagem: Gshow/A Força do Querer
Abordando temas importantes como o vício em jogos, segurança pública, tráfico de drogas e homossexualidade, “A Força do Querer”, que estreou em abril, quebrou recordes de audiência e caiu no gosto do telespectador, ultrapassando a casa dos 40 pontos por noite. 
Além dos temas mencionados, a transexulidade foi o assunto mais notório na novela. Questões como a diferença entre “identidade de gênero” e “orientação sexual” fizeram parte da trama da personagem Ivana (Carol Duarte), que desde a infância não se identificava com o seu corpo e o universo feminino. O público pôde acompanhar a trajetória de Ivana desde a descoberta de sua condição, a não aceitação pessoal…