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MARKETING SOCIAL

Marketing Social: Conceito e Evolução Márcio Ruiz Schiavo comunicarte@comunicarte.com.br Pretende-se com este artigo apresentar uma base conceitual do que é marketing social, tendo como foco o empreendedor e o gestor social pouco afeito às teorias econômicas e de administração. O artigo foi construído em linguagem objetiva e simplificada, facilitando a compreensão e a aplicação prática dos princípios do marketing na gestão de programas, projetos e ações sociais. Conceito e Evolução do Marketing Social Comecemos com marketing. Para a American Marketing Association - AMA-1960 “Marketing é o desempenho das atividades de negócio que dirigem o fluxo de bens e serviços do produtor ao consumidor. Marketing é o processo de planejamento e execução de criação, estabelecimento de preço, promoção e distribuição de ideias, produtos e serviços para criar intercâmbios que irão satisfazer as necessidades do indivíduo e da organização. ” Peter ...

A importância do merchandising social

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Marcio Ruiz Schiavo fala sobre a importância do merchandising social TV  BRASIL  Publicado em 13 de out de 2015 O especialista Márcio Ruiz diz que há uma forma de merchandising – chamada de merchandising social – que insere principalmente nas novelas mensagens de apoio a campanhas benemerentes, como o combate ao alcoolismo, o incentivo a doação de órgãos, entre tantas outras. Segundo Márcio Ruiz, “o merchandising social é a introdução intencional de temas sociais, de temas educativos, dentro das novelas ou de outros programas de TV. Há uma intencionalidade da equipe técnica, incluindo os autores, para que em função do desenvolvimento daquele programa alguns temas possam ser legitimamente tratados”. Para o especialista, há espaço sempre para o merchandising social ser tratado nas novelas e é uma grande contribuição à educação popular, à educação de massa, de uma maneira geral. A recepção do merchandising social é muito positiva e contribui, inclusive, para uma maio...

TECNOLOGIA SOCIAL: O QUE É?

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Entrevista com Marcio Schiavo sobre  TECNOLOGIA SOCIAL 1. A idéia é primeiro contextualizar o termo: de onde veio o conceito tecnologia social? O conceito – não a expressão tecnologia social – vem de longe: surge a partir do conceito de tecnologia apropriada (TA), desenvolvido por Mahatma Ghandi na Índia, entre os anos de 1924 e 1927, que revolucionou o processo de fiação manual, como forma de lutar contra as injustiças sociais prevalentes naquele país. O trabalho de Ghandi despertou a consciência política de milhões de indianos, mostrando-lhes a necessidade de autodeterminação das comunidades e, também, de implementar um processo de desenvolvimento que privilegiasse o saber social, popular, e as soluções nativas – em vez do conhecimento importado, sempre distante da realidade cotidiana dos cidadãos e, por vezes, contrário a essa realidade. As idéias propostas por Ghandi implicavam a contínua melhoria dos processos e técnicas tradicionais, a adaptação das tecnologias mode...

Quem é o adolescente que se quer prender?

A peneira será sempre muito menor que o sol Por  MARCIO SCHIAVO, Diretor-presidente da COMUNICARTE Ele nasceu, provavelmente, fruto de uma concepção não planejada. Ao ser concebido, roubaram-lhe a oportunidade de encontrar uma família estruturada, cujos pai e mãe ansiavam por uma gravidez. Antes mesmo de nascer, foi vítima de um primeiro roubo. O que não quer dizer, necessariamente, que seu nascimento não tenha sido comemorado ou que não tenha sido criado com amor.    Os cuidados de saúde, tanto no período gestacional quanto na primeira infância , também lhes foram negados. Esses direitos inalienáveis foram subtraídos por adultos, quase sempre um gestor público, que desviou as verbas que, mesmo poucas, deveriam ter sido destinadas ao seu atendimento integral. Faltou-lhe a creche, a educação infantil, a escola de qualidade, um ambiente saudável que propiciasse seu pleno desenvolvimento, a perspectiva de um trabalho digno. Tudo aquilo que está asse...

Pelo fim dos castigos físicos contra crianças

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No dia 18 de março, representantes da Fundação Xuxa Meneghel, Rede Não Bata, Eduque, Fórum Nacional DCA, AMAERJ (Associação de Magistrados do Estado do Rio de Janeiro) e da Pastoral do Menor encontraram-se com o Arcebispo Dom Orani Tempesta para falar sobre o desejo de convidar o Papa Francisco a participar da campanha mundial pelo fim dos castigos físicos contra crianças. Além do tema, esteve em pauta na reunião a aprovação da lei em outros países, a importância das lideranças religiosas no processo de mudança cultural, em especial a Igreja Católica, e a realização um encontro inter-religioso para discutir o assunto. O Arcebispo ofereceu informações importantes para que a carta chegue ao Papa Francisco, aliado importante na luta pelos direitos da criança.

O Brasil não é um só, mas deveria ser.

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Artigo para Associação dos Correspondentes de Imprensa  Estrangeira no Brasil 2014-2015 Associação de Correspondentes da Imprensa Estrangeira (ACIE)  2014/2015

Quanto vale uma vida?

E se a vida tivesse um preço estabelecido e as “balas perdidas” fossem de responsabilidade de quem as fabricou?  Dizer que a vida humana não tem preço é um lugar comum. Embora moralmente correto, este conceito facilita que ninguém pague pela vida ceifada. O que aconteceria se a vida tivesse um preço estabelecido por um conjunto de critérios e as “balas perdidas” fossem de responsabilidade de quem as fabricou? Ou seja: pagará pela vida os fabricantes das armas e munições, ou o Estado que deve proteger (e não protege) a vida do cidadão?  Cada morte por “bala perdida”, daria origem a uma ação por danos morais contra o Estado e os fabricantes das armas. Transformadas em indenizações, certamente as balas perdidas achariam um “responsável”. E diminuiriam.  MARCIO SCHIAVO, Diretor-presidente da COMUNICARTE *** Caso tenha sugestões ou comentários sobre esta matéria, por gentileza, envie para comunicarte@comunicarte.com.br e aguarde nosso retorno. Grata, Equipe Comu...

Novos tempos

Novos tempos Por  MARCIO SCHIAVO, Diretor-presidente da COMUNICARTE Tem sido destaque na imprensa internacional e no Brasil o reatamento das relações diplomáticas entre os EUA e Cuba. O fato me fez lembrar da primeira viagem que fiz a Cuba, no início de 1984, antes do estabelecimento das relações diplomáticas com o Brasil, em pleno governo militar de Figueiredo. Como coordenador do Grupo de parlamentares para População e Desenvolvimento (GPEPD), organizei uma missão a Cuba, levando entre outros, os deputados Haroldo Sanford, Arthur Virgílio, Roberto Freire, Bete Mendes, Sarney Filho, Amaury Müller, Cristina Tavares e os senadores Álvaro Dias e Mercedes Gadelha. A viagem foi um passo importante no reatamento das relações diplomáticas do Brasil com Cuba, a partir da chegada à Presidência da República do Sen. José Sarney.  Na bagagem, além dos charutos de sempre, trazíamos a vontade de contribuir para tirar Cuba do isolamento com os países latino-americanos, muitos ai...

Petrobras: a culpa é do juiz?

Além de tudo o que já se disse e do que continua sendo dito - e que ainda se dirá, uma questão é curiosa: - Ao que parece, não são os “malfeitos” da Petrobras que “descredenciam” a companhia, e sim o fato de que os “malfeitos” se tornaram públicos. Na cabeça dos que pensam assim, caso não tivesse existido a Operação Lava Jato, tudo teria continuado como estava. Ou seja: sem maiores dificuldades. Neste sentido, o problema não são os criminosos e seus crimes, e sim o juiz com sua justiça.  MARCIO SCHIAVO, Diretor-presidente da COMUNICARTE *** Caso tenha sugestões ou comentários sobre esta matéria, por gentileza, envie para comunicarte@comunicarte.com.br e aguarde nosso retorno. Grata, Equipe Comunicarte :)