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Vender carros estimulando atear fogo nos outros carros? Pois é. É assim que a Renault pensa em vender seu peixe. Fritando o peixe dos outros. Falta imaginação, mas sobra o desrespeito.

O Globo no iPAD

O Globo no iPAD está todo quebrado. O anúncio endurece o pescoço da Miriam Leitão, apresenta o Merval Pereira e o Ricardo Noblat com a cara quebrada e alguns outros de muleta. Segundo os publicitários da F/NAZCA S&S, o jornalismo de O Globo não para em pé... Um horror ! Ver anúncio

SAFRA DE TÁ-LENTOS

O envelope é preto de um lado, como as mensagens de luto de antigamente e do outro, a foto de uma garrafa e uma taça de vinho. Uma frase expressa o que encontraremos dentro do envelope. “– Selecionamos uma safra raríssima para sua apreciação”. Pensando nos vinhos caros, muito apreciados e pouco tomados, abrimos o envelope. Demoramos um pouco a entender. Embora a foto do folheto seja uma adega, o interior “oferece” profissionais engarrafados, como se fossem vinho..., sem rótulos. O melhor é guardarmos sem o folheto, para evitar contratar os que ali estão oferecidos. É a publicidade, mais uma vez, vendendo gato por lebre, ou melhor, gente por vinho. Muitas empresas (na lista oficial constam 2048, sendo 72 brasileiras), foram excluídas do UN Global Compact . Sambaram fora, junto com a Portela, a Bombril, a Claro e as Centrais Elétricas Santa Catarina. É preciso manter em dia o COP ( Communication on Progress ). Conheça o COP da Comunicarte

O acesso a métodos anticoncepcionais seguros é a principal forma de evitar o aborto

Segundo informações de Ministério da Saúde, foram distribuídas gratuitamente 50 milhões de cartelas de Pílulas Anticoncepcionais. Este número equivale a 3.846.154 casais-ano-proteção. Isto quer dizer que quase 4 milhões de casais evitaram uma gravidez não desejada, apenas com a ação do ministério da saúde. Como pelo menos 10% das gravidezes não-desejadas resultam em aborto, cerca de 400 mil abortos foram evitados. O acesso a métodos anticoncepcionais seguros é a principal forma de evitar o aborto e por isso deve ser ampliada a cobertura anticonceptiva.

O que fazer com os embriões não utilizados e vencidos?

O que fazer com os embriões não utilizados e vencidos? A resolução editada pelo Conselho Federal de Medicina fixa novas regras para a reprodução assistida. Nas novas regras é permitido o uso post-mortem de sêmen, óvulo ou embrião e estabelecer o número de embriões que podem ser implantados, em função da idade da mulher. E o que fazer com os não implantados: seria uma nova forma de aborto? Modifica o conceito de vida? Este é um bom tema para discussão.

A primeira página, inteira, está a venda.

Fomos surpreendidos com a re-edição na primeira página (Valor) no dia 12 de janeiro, do “Jornal do Comércio”, de 19 de Janeiro de 1861. Nele, em destaque a “Criação de uma Caixa Econômica”. Seria mais uma “grande jogada” publicitária, se não representasse também uma grande mancada jornalística. Pode ser entendido como uma sinalização para o mercado: a primeira página, inteira, está a venda. Cada vez mais o anúncio substitui o conteúdo...

CONSULTORIAS DESCOBREM O TERCEIRO SETOR

Especialistas em captação de recursos, marketing, gestão empresarial, auditoria e legislação investem no atendimento às ONGs, que movimentam R$ 11 bilhões ao ano Quando começou a prestar consultoria ao terceiro setor, em 1989, Luiz Alberto do Valle enfrentou resistência. Ao oferecer técnicas de captação de recursos, o chamado "fund raising", para que organizações sem fins lucrativos aprendessem a caminhar com as próprias pernas, ele e o sócio foram recebidos com desconfiança. "As entidades se concentravam na área fim e se esqueciam da área meio, que assegura a sua sobrevivência." Em dez anos, a mudança de atitude por parte das ONGs, cada vez mais adeptas da gestão profissional, gerou bons frutos à Neryvalle: a consultoria se tomou uma das maiores da América Latina, e deve captares este ano R$ 150 milhões, verba 131% maior que a de 1998. Com a retirada gradativa do governo da área social, o "fund raising" é hoje o serviço...

COMPROMISSO SOCIAL EM HORÁRIO NOBRE

Marcio Ruiz Schiavo Começo citando Eugenio Bucci: “Além de não tocar nas causas que fabricam as multidões de desvalidos, as campanhas de filantropia se aproveitam da imagem dos miseráveis para comover sua clientela de novos caridosos, deslumbrados consigo mesmos. Transformam os necessitados na cenografia de um grande fetiche, que é o exato oposto da fraternidade, pois fraternidade é estar ao lado do outro como irmão, jamais como alguém superior que simplesmente entrega o que não lhe falta. Mas nisso também consiste o fetiche, em fazer parecer esmola o que deveria ser um direito”. Entender a área social como um setor da economia que demanda investimentos, tanto em recursos financeiros quanto humanos, e produz retorno econômico e social: este é o novo paradigma que se contrapõe à visão assistencialista até aqui predominante em quase todas as ações imp1ementadas neste campo. A imagem de que a miséria é decorrência natural de uma sociedad...

AGREGANDO VALOR SOCIAL

Revista Marketing N. 327 | Abril de 2000  - Entrevista com Marcio Ruiz Schiavo por Paulo Macedo Não! Marketing social não é uma pós-graduação de alpinismo social para emergentes transitarem com maior desenvoltura nas festas da Barra da Tijuca. E uma nova atitude que está norteando o planelamento estratégico de muitas empresas, todas com um inédito e bem-vindo espírito altruísta: o de aludar o próximo.  Um dos pioneiros da atividade é o executivo Marcio Ruiz Schiavo, pRESIDENTES da Comunicarte, fundada no início da década de 90. Antes, durante 20 anos, atuou em organizações não-governamentais.  Transformação é a palavra-chave do marketing social. Para ajudar a alargar essa cultura, Schiavo criou no ano passado a revista Conjuntura Social, de circulação trimestral, onde as principais lideranças desse segmento propôem idéias e alternativas para melhorar a qualidade de vida no País. Além da sua empresa, Schiavo presta consultoria ...

"CLICK" VIRA SOLUÇÃO PARA O TERCEIRO SETOR

Empresas & Carreiras |  Maio de 2000 Instituições sociais aderem à arrecadação de fundos via Internet: usuário decide onde doar, e as empresas privadas patrocinam Por Rachel Cardoso e Daniele Madureira de São Paulo Esqueça as tradicionais - e às vezes impertinentes - ligações de entidades assistenciais, pedindo a sua colaboração. Em um mundo globalizado, as instituições do Terceiro Setor descobriram uma maneira muito mais prática de captar recursos: basta convencer o internauta a navegar pelas páginas das organizações não-governamentais (ONGs) e dar um "click" no mouse, para que a doação seja realizada. Quem paga a conta são as empresas patrocinadoras dos sites, cada vez mais interessadas em melhorar sua imagem institucional. Um dos exemplos mais bem sucedidos é o Clickfome, que acaba de receber o Prêmio iBest na categoria Ações Sociais: o site está no ar desde novembro e já contabilizou quase 1 milhão de page views. Cada vez que o i...